Não escrever no blog há mais 15 dias;
Fazer noite na triagem;
Beber café como se não houvesse amanhã (my one and only addiction!);
resulta nisto...uma incontinência mental.
Para quem reclama posts... tomem lá posts que nunca mais acabam!
quinta-feira, 16 de julho de 2009
Há tempos atrás reclamei posts dedicados à minha pessoa num dos blogs aqui ao lado... e, blá, blá, blá... como isso era importante para perceber a importância das coisas e pessoas... blá, blá, blá... bunch of crap...Hoje, ao escrever o post anterior percebi que não se pode quantificar ou hierarquizar uma ligação afectiva apenas pelo número de vezes que ela é mencionada, escrita ou falada.
Ao revisar o blog reparo que nunca aqui falei das mulheres mais importantes da minha vida, até porque na família as demonstrações de carinho, afecto, amor, respeito e admiração sempre tiveram uma voz baixinha... sempre o fizemos à nossa maneira, sem grandes euforias ou histerismos. Cada um de nós percebia exactamente todos os gestos envergonhados que gritavam "gosto muito de ti".
Posto isto, e com muito amor, este post é para vocês:
Mãe
Mana
M e M (que são as sobrinhas, lindas, lindas!)
JULHO
Lá em casa fazia-se anos no Verão! Nós os quatro, entre Julho e Setembro. Como tal (e porque já vai tarde...)...
... a todos os dias 5 de Julho, parabéns Pai, que farias sessenta!
... e aos 14, parabéns mana, que já contas trinta e dois!
domingo, 28 de junho de 2009
quarta-feira, 17 de junho de 2009
Dos outros...
"Eu gostava de alterar muito este mundo. Alterar para melhor. Mas, não basto. Desenrasco. Desemerdo, sem intuito de acrescentar ambições ou confusões novas à minha vida.
Sou fiel à vida, não desisto e acredito no viver. Não acredito é nesta tipologia de viver, porque é triste e resignada à realização dos sonhos gulosos dos outros, enquanto os nossos ficam em suspenso numa atmosfera de infelicidade e frustração. Aos trinta anos, apresento um olhar desvirginado em desencanto no qual a aurora desperta, por vezes, uma original vontade de fugir, de correr, de ser, de transgredir, de insubordinar-me através dum agir revolucionário.
Já não há heróis. Nem Super-heróis. Autómatos, apenas.
Pertenço a uma geração de portugueses outrora rasca, mas, cada vez mais enrascada. Não possuímos a coragem de pensar, de falar, de mostrar as assoalhadas descoradas em que vivemos. Somos a geração dos doutores deslumbrados, eternos insatisfeitos e deprimidos, trancados na solidão dos condomínios privados pelos portões e janelas duma hipoteca com um spa de cinquenta anos.
Pertenço a uma geração de portugueses outrora sonhadora, mas, cada vez mais endividada. Não dizemos com vontade basta à ganância dos spreads dos sonhos dos outros, à corrupção activa ou passiva, de forma tentada ou de forma consumada, à cunha do amigo conhecido do familiar afastado - BASTA! Somos a geração dos doutores globalizados, viajados e em crise mundial, desempregados ou empregados a prazo num contrato de 500 euros a recibos verdes, que afinal se transformaram em azuis após tanta lágrima derramada sobre os livros duma faculdade, que para pouco serviu.
A vida deixou de procurar o sentido - o Ser, ambicionando apenas a posse - o Ter. É na medida do possível, mediana, abafadora de emoções, alimento banal consumido por conjunturas off-shore, criadas e mediadas por gente sem rosto. Vivemos mal uma vida precária, venal e [muito] frágil, na qual a realidade ultrapassa há muito a ficção. Questiono-me se será possível realmente mudar este legado? Será que podemos querer ser felizes? O que nos impede, afinal?"
Sou fiel à vida, não desisto e acredito no viver. Não acredito é nesta tipologia de viver, porque é triste e resignada à realização dos sonhos gulosos dos outros, enquanto os nossos ficam em suspenso numa atmosfera de infelicidade e frustração. Aos trinta anos, apresento um olhar desvirginado em desencanto no qual a aurora desperta, por vezes, uma original vontade de fugir, de correr, de ser, de transgredir, de insubordinar-me através dum agir revolucionário.
Já não há heróis. Nem Super-heróis. Autómatos, apenas.
Pertenço a uma geração de portugueses outrora rasca, mas, cada vez mais enrascada. Não possuímos a coragem de pensar, de falar, de mostrar as assoalhadas descoradas em que vivemos. Somos a geração dos doutores deslumbrados, eternos insatisfeitos e deprimidos, trancados na solidão dos condomínios privados pelos portões e janelas duma hipoteca com um spa de cinquenta anos.
Pertenço a uma geração de portugueses outrora sonhadora, mas, cada vez mais endividada. Não dizemos com vontade basta à ganância dos spreads dos sonhos dos outros, à corrupção activa ou passiva, de forma tentada ou de forma consumada, à cunha do amigo conhecido do familiar afastado - BASTA! Somos a geração dos doutores globalizados, viajados e em crise mundial, desempregados ou empregados a prazo num contrato de 500 euros a recibos verdes, que afinal se transformaram em azuis após tanta lágrima derramada sobre os livros duma faculdade, que para pouco serviu.
A vida deixou de procurar o sentido - o Ser, ambicionando apenas a posse - o Ter. É na medida do possível, mediana, abafadora de emoções, alimento banal consumido por conjunturas off-shore, criadas e mediadas por gente sem rosto. Vivemos mal uma vida precária, venal e [muito] frágil, na qual a realidade ultrapassa há muito a ficção. Questiono-me se será possível realmente mudar este legado? Será que podemos querer ser felizes? O que nos impede, afinal?"
by O Perfeito Idiota
domingo, 14 de junho de 2009
sábado, 13 de junho de 2009
À minha pequena pessoa
Percorremos as calçadas do Bairro Alto, correm já uns bons anos. O objectivo era encontrar uma tatuagem.
O resultado, já suspeitado, foi obviamente o insucesso. Isto porque o que queríamos era fazer uma tatuagem, qualquer uma, não importava, sendo que a essa busca infrutífera foi a nossa grande sorte!
Eu fiz A tatuagem. E não corri atrás de desenhos bonitinhos, com significados impostos.
Tenho a maior das razões para gravar no meu corpo, para sempre, um símbolo de amor e orgulho.
PS: a foto segue dentro de dias... depois dos retoques finais!
O resultado, já suspeitado, foi obviamente o insucesso. Isto porque o que queríamos era fazer uma tatuagem, qualquer uma, não importava, sendo que a essa busca infrutífera foi a nossa grande sorte!
Eu fiz A tatuagem. E não corri atrás de desenhos bonitinhos, com significados impostos.
Tenho a maior das razões para gravar no meu corpo, para sempre, um símbolo de amor e orgulho.
PS: a foto segue dentro de dias... depois dos retoques finais!
domingo, 7 de junho de 2009
A 3 Km de casa!
Já cumpri o meu desejo cosmopolita de beber café pelo buraquinho! De facto, demorou um pouco até conseguirmos perceber a complexidade de um simples pedido de café, mas a verdade é que vale muito a pena!E os frapuccinos, upa upa!
1 de Junho, dia da pequena S.!

Podia dizer tanto... mas sintetizo dizendo que admiro a tua independência, a tua coragem de enfrentar o mundo em cima dos teus saltos altos, dona do teu nariz, certa do que queres. Tendo sido a primeira de nós a deixar o colo da mãe, procuraste o teu cantinho sem medo de o fazer sozinha, o que para mim é um feito de grande valor.
Dos teus 28 anos, que já te assustam pronunciar em voz alta, 10 deles foram partilhados connosco, e que histórias temos para contar!
Passas pelos dias com a serenidade com que aproveitas a vida e buscas, em cada pequeno nada, um pedaço de felicidade!
Passe o tempo que passar, às vezes até semanas (ou meses...), quando chega o apelo do encontro, estamos sempre lá! Nós estamos sempre lá!
E tudo se resume a isto... AMIGAS!
sábado, 6 de junho de 2009
sexta-feira, 29 de maio de 2009
segunda-feira, 25 de maio de 2009
sexta-feira, 15 de maio de 2009
Até domingo...
...qualquer coisinha, vou estar aqui!
A passear a cavalo, a andar de bicicleta, a namorar...
terça-feira, 12 de maio de 2009
segunda-feira, 11 de maio de 2009
sábado, 9 de maio de 2009
sexta-feira, 8 de maio de 2009
De 13 de Abril à actualidade

Mil perdões meu querido blog, desculpa-me esta prolongada ausência, mas tempo foi coisa que não fartou por aqui.
De facto, não tenho feito muito, mas com este tempo quentinho, ma saison préférée, apetece sair e laurear a pevide! Ainda assim, cronologicamente:
O Afonso e o Martim já nasceram! Lindos, lindos, lindos!
Repetiu-se EEG, outra vez, tudo bem! Ainda bem!
Queridos, estamos a mudar o terraço! Vai ficar um verdadeiro espetáculo, de fazer inveja aos decoradores e paisagistas de renome! Adivinham-se uns bons churrascos! Fotos em breve!
Hoje, Estoril Open! Foi a nossa estreia e eu, vá, gostei!
Fish vs Davydenko foi assim-assim, fraquito até.
Serra vs Blake melhor, ténis à grande! E eu, chiquérrima! Seguem as fotos!
segunda-feira, 13 de abril de 2009
sábado, 11 de abril de 2009
Perfeito!
M, tinhas razão. E vais perceber quando disser que arrasa com o City of Angels, meu filme do coração.E porquê?
Porque este é real.
Lindo, lindo, lindo.
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